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O Centro de Oncologia Frei Galvão oferece aos pacientes com câncer, além da quimioterapia e cirurgia, o tratamento de radioterapia, visando à melhoria da qualidade de vida.
 
A radioterapia é um método capaz de destruir células tumorais, empregando feixe de radiações ionizantes. Uma dose pré-calculada de radiação é aplicada, por determinado tempo, a um volume de tecido que engloba o tumor, buscando erradicar todas as células tumorais com o menor dano possível às células normais circunvizinhas, à custa das quais se fará a regeneração da área irradiada.

A radioterapia pode ser usada para dar alívio ao paciente, melhorar a qualidade de vida, diminuir o tamanho dos tumores, diminuir ou estancar hemorragias, ou atuar sobre outros sintomas, como a dor.
 
A radiação danifica o material genético da célula do tumor, evitando que ela cresça e se reproduza, pois as células do câncer crescem e se multiplicam muito mais rapidamente do que as células normais que as rodeiam. O tratamento ocorre justamente na fase de multiplicação celular.
A ação da radioterapia está restrita à área tratada, constituindo-se, como a cirurgia, em um tratamento de caráter local e regional. Seus efeitos tóxicos são também localmente limitados,

Assim, não há risco de lesão aos órgãos fora do campo de irradiação.

A radioterapia tem o objetivo de aumentar o controle do tumor por meio do incremento da dose no próprio tumor, reduzindo as reações colaterais e poupando tecidos saudáveis. Para que isso seja alcançado, são necessárias imagens de tomografia computadorizada ou de ressonância nuclear magnética, além de um sofisticado método de simulação com planejamento computadorizado 3D, para projetar campos de irradiação de estruturas críticas em torno do alvo.

O Centro de Oncologia Frei Galvão oferece esse tipo de tratamento aos seus pacientes com o aparelho de radioterapia tipo Acelerador Linear 6MV, que destrói totalmente a neoplastia sem comprometer os tecidos vizinhos.

Tratamento

Nessa forma de radioterapia, os efeitos tóxicos aos órgãos saudáveis são evitados pelo uso de escudos, pelo fracionamento das doses (aplicações diárias ao longo de semanas) e pela administração dos raios por meio de diversos ângulos (campo de irradiação). Confirmada a exatidão do plano de tratamento, são feitas marcas na pele para orientar a equipe técnica quanto à incidência dos feixes de raios, que devem ser mantidas durante todo o tratamento.
Durante todo o tratamento, o paciente recebe o acompanhamento do médico radioterapeuta, que avalia a tolerância do organismo do paciente.

Atualmente o tratamento da radioterapia possui alto grau de exatidão na aplicação das irradiações por meio de planejamentos computadorizados, garantindo absoluto rigor na administração dos raios e determinando melhores resultados com o mínimo de efeitos colaterais.
 
 
Riscos da Radioterapia

Como qualquer tratamento, o uso da radioterapia pode apresentar riscos. As altas doses de radiação, que destroem o tumor, podem atingir também os tecidos normais, causando efeitos colaterais. Esses efeitos não ocorrem obrigatoriamente em todas as pessoas que fazem radioterapia.

Uma vez que dependem da forma como o organismo responde ao tratamento. Assim, alguns pacientes podem sofrer efeitos colaterais mais severos, enquanto outros podem não apresentar sintoma algum.
  Efeitos Colaterais:

- Feridas na boca;
- Queimaduras na pele;
- Diarréia;
- Dor para urinar;
- Queda de cabelo nas áreas irradiadas;
- Inflamações nas mucosas;
- Boca seca.

Esses são alguns dos efeitos freqüentemente experimentados pelos pacientes sob tratamento, variando sua intensidade de acordo com as doses utilizadas e regiões tratadas.
 
 
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